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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

FELIZ NOVO CICLO CÓSMICO!


Queridos Amigos!

Depois de muito sem dar "as caras" por aqui, venho lhes desejar um Felizzzz 2010, ou muito melhor, Felizzzzz Novo Ciclo Cósmico!
Sim!
A busca continua!
2009 foi um ano excepcional, as respostas fluiam já sem o auxílio do teclado, quebrei mil e um paradigmas.
Quebrei em "trocentos" caquinhos, velhos vasos de preconceitos e desculpas antigas.
Valeu!
Valeu cada segundo, cada milionésimo de segundo (digo milionésimo, pois desconheço palavra para menor partículo de tempo, rssss).
E agora estou pronta para me aprofundar ainda mais, perceber com maior claridade os defeitos e velharias que ainda carrego nesta minha Casa.
Quero por os cobertores ao Sol, deixar o Sol entrar em cada cantinho da minha Casa e aprender e me conhecer melhor a cada dia.
Quero dançar na varanda! Na cozinha! Na sala! Em meio as bolhas de sabão desta limpeza profunda!
Há! Falei em Ciclo Cósmico e me perdí em poesia...
Seguinte: sonhei que falava com minha velha Mestra (que se der isso, me dá as contas!! Rssss... Ela é bem novinha, viu gente?) e acho que falava minhas abobrinhas sobre perder peso em 2010 (eu já perdi alguns quilinhos em 2009, uuuhhuu!) e coisas tais, quando ela me disse:
"- Estou dizendo aos meus alunos que não pensem em termos de 2010, mas iniciem um novo Ciclo Cósmico em suas vidas, pois ele deve ter continuidade e não se restringir apenas a uma pequena fase de suas vidas."
Acordei sem entender muita coisa... Isso não era conteúdo meu, não fazia idéia do que eral tal Ciclo Cósmico... Mas era a cara da Leilane falar isso...
Vamos lá: oráculo moderno Sr. Google, me salve!
Hi, hi... Não é que isso de Ciclo Cósmico existe mesmo?
É pura e simplesmente conectar-se com a existência, perceber seus ciclos e energias. Aproveitar para nesta sintonia trazer aspectos para nossa vida e potencializar transformações a exemplo do que acontece nos equinócios (Outono e Primavara). Perceber as mudanças climáticas, consumir frutas e verduras da época, o Sol, a chuva, os ventos...
Se continuar vira pura poesia...
E voltamos a poesia! Quem diria?
Penso que é isso... No fundo esta fusão com o Universo acaba por tornar-se poesia, mutante e paradoxal como sua essência. Sem medo de contradições, pois através delas expressa-se nossa vastidão.
Deixemos neste Novo Ciclo Cósmico, a Lógica aos que buscam adentrar à compreensão e vivamos Poesia! Logos! E busquemos e vivemos o que Logos é: simplesmente Amor!!

- Olha Mestra Brisa aí, gente! Lindinha, estou procurando pela Voadora, mas encontro encanto nesta confusão, rsssss
Beijinhos, Luz, Amor e Paz,
Mestra Brisa

- Neste Novo Ciclo Cósmico, espero que nos "fundamos" cada vez mais, Mestra Brisa. Obrigada pela paciência, só você mesmo para me aguentar.

- É um prazer!








segunda-feira, 13 de abril de 2009

PÁGINA EM BRANCO


Todo novo texto começa com uma página em branco, um mistério a ser desvelado letra a letra.


Cada novo dia é uma pagina em branco, cada novo minuto é uma pagina em branco.


Pena que estejamos tão concentrados na “falta de tempo” para apreciar este mistério que desvela-se a nossa frente ou em nosso interior, dia a dia, minuto a minuto, segundo a segundo.

quarta-feira, 18 de março de 2009

A Voadora e o Marajá

Passei um longo tempo sem deixar minhas marquinhas neste blog...
Muitas coisas aconteceram durantes estes três meses e entre outras coisas foi sugerido que eu esperasse um pouco para escrever e assim sedimentasse antes minhas novas experiências.
Quem sugeriu? Asthar Sheran.
Sim... Muita coisa aconteceu.
Sobre algumas coisas que eu acreditava sem acreditar... Hoje acredito acreditando!
Como diria uma amiga gaúcha: "me caíram os butiás do bolso", rsss
Para mim agora Asthar Sheran é real, e bem real.
Meu amigo e Mestre.
Teria mil segredinhos a te contar hoje além deste, mas como não há tempo para tudo selecionei um sonho lúcido que tive esta semana e que fez "meus butiás caírem do bolso" outra vez!

Na noite anterior havia assistido a um documentário sobre jovens ingleses que haviam feito a experiência de viver um período nas condições dos indianos trabalhadores em confecções.
O choque de culturas foi inevitável e chocante visto que as condições de trabalho na Índia estão muito longe das conquistas trabalhistas européias.
Fui dormir.
Então eu estava naquele estágio em que o despertador já tocou, mas você ainda não conseguiu abrir os olhos, sabe?
Sonhei que havia embarcado na mesma experiência daqueles jovens, mas fui além, comecei a conversar com uma trabalhadora indiana sobre sua lastimável "qualidade" de vida.
Esta indiana me perguntou o que poderia fazer para mudar aquela situação, já que mais do que lutar para melhorar sua situação sua luta era por sobrevivência.
Subitamente então, fui levada à presença de um homem muito rico e poderoso.
Pela suntuosidade de sua residência e de suas roupas, arrisco dizer que era um marajá.
Fui muito bem recebida, como uma estudante estrangeira em busca de compreensão e sabedoria.
Nossa diferença social, contudo se tornava ainda mais evidente por um certo ar de superioridade na forma como aquele senhor se posicionava ante meu olhar.
Questionei-lhe então sobre as condições de vida tão contraditórias entre os indianos.
Ele me respondeu que tudo se devia à lei do Karma, que nós ocidentais não compreendíamos de fato e também não respeitamos.
Pedi então para que uma jovem empregada se aproximasse a nós.
Pedi ao marajá que olhasse nos olhos da moça e me contasse o que ele via.
Ele ficou um pouco confuso, mas atendeu ao meu pedido.
Como ele não estava entendendo, eu lhe disse que esquecesse tudo o que já houvesse lido ou escutado sobre filosofia e religiões, simplesmente olhasse dentro daqueles olhos e me contasse o que havia neles.
Após um período de observação o marajá respondeu:
- Vejo a mim mesmo refletido nestes olhos.
- Ótimo – respondi satisfeita. - Continue, você está se vendo apenas fisicamente ou emocionalmente também? Preste atenção. Veja o que há dentro destes olhos.
O marajá atendeu a meu pedido e seguiu sem desviar sua atenção dos olhos da moça até que subitamente seu semblante mudou.
Ele apenas sorriu, mas com o rosto iluminado, como se houvesse descoberto um imenso tesouro.
Enquanto ele ainda admirava aquela visão lhe perguntei:
- Quem é você?
Espantado e maravilhado o marajá virou-se me reverenciou.
Disse então:
- Muito obrigado por compartilhar comigo tão grande mistério.
- Quando revelei este tesouro a você, o estava também revelando a mim mesma. – Lhe respondi.
Reverenciei então ao marajá e despertei.
Duas vezes.

Namastê.


Nada mais a ser dito Voadora.
Escreva agora como Mestra Brisa.
Amor e Luz.

Namastê!


terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Flutuar...
Seguir a direção que eu quiser...
Sem qualquer tipo de gravidade, mas em suprema leveza toco a com a ponta dos dedos a última folha do eucalipto...
Sopro a leve pena que encontro solitária no mais alto ninho de águias...
Vislumbro do alto da mais alta e solitária rocha o vasto e avermelhado deserto...
Mergulho veloz em direção ao córrego vazio e vôo até sentir as gotas da cachoeira encontrarem meu rosto iluminado...
Construo neste lugar um lindo arco-íris e sorrio com meus dentes coloridos de luz!
Voadora

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

BOAS FESTAS!




Eu adoro esta época de festas.
É sempre uma correria, um stress maluco, mas no fim tudo dá certo.
É sempre assim.
Isto me traz a sensação de que não importa o quão difícil possam ser os desafios, se os enfrentarmos com convicção, disciplina e amor, tudo no final dará certo.
Tudo tem que dar certo se nos esforçarmos para que o final seja de harmonia buscando esta harmonia ainda no meio do burburinho e dos telefonemas apressados.
Chega dezembro e é sempre assim...
A sensação de que tudo vai acabar amanhã...
De que não temos tempo...
De que vai faltar alguma coisa...
De que alguém pode ser esquecido e de que não podemos deixar isso acontecer...
É só levantar um pouco a cabeça para se perceber aonde nos metemos...
Parece um grande mercado daqueles antigos... Cheio de aromas, gente se esbarrando, gente gritando para anunciar suas ofertas, gente comprando, gente vendendo, gente apressada, gente irritada... Afinal, o mundo vai terminar amanhã, não é mesmo?
Qualquer espaço parece apertado nesta época para quem vive numa grande cidade.
A tal grande cidade vira assim este grande mercado público, caótico, ruidoso e claustrofóbico.
E no fim... Tudo dá certo...
E se não der, não tem importância nenhuma!
No fim, tudo o que a gente quer de verdade e ter com quem compartilhar as tais festas e se não tiver com quem, que seja conosco mesmo. Em paz.
Talvez busquemos tantas coisas no exterior para no fim descobrir, mesmo que inconscientemente, que tudo o que buscamos é nossa paz interior.
Esta paz interior não está à venda no shopping, nem no mercado, nem na internet e é por isso que hoje desejo a todos os seres, de todos os mundos que sejam felizes.
Desejo que suas expectativas se realizem sim, mas que não bloqueiem a percepção do que realmente buscamos e de nosso verdadeiro propósito neste mundo: Amar.
Amar toda a existência a começar pela nossa própria existência, amando assim a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Adoro esta época de festas porque recebemos muitas mensagens de amor e elas nos fazem avaliar nosso passado buscando oportunidades de aprender a viver melhor nosso presente.
Por isso, hoje eu agradeço a Deus a oportunidade de encontra-Lo em minha vida.
Agradeço aos meus amigos e a minha amada família que me caminharam comigo durante mais este ano e inspiraram e me transmitiram confiança para seguir meu caminho.
Agradeço por aquele amigo que disse: "se você está fazendo eu acredito que será algo muito bom" e com isso me transmitiu a certeza de que o que eu fazia era o correto. Acredito que ele não tenha percebido a diferença que fez com estas palavras, mas tanto fez que as estou citando aqui nesta minha breve retrospectiva.
Agradeço também aquele amigo que acuou meu ego e fez com que eu percebesse o quanto é difícil amar ao próximo como a mim mesmo e assim me instigou a ser ainda melhor. Graças a ele percebi o quão difícil pode ser receber uma crítica especialmente quando a gente não concorda com ela. Graças a ele percebi que tenho ainda muito a superar e a crescer. Disse um grande Mestre que um momento de grande constrangimento do aprendiz é aguardado para reduzir seu ego. Agora compreendo melhor o significado destas palavras.
Agradeço à amiga que aparentemente sem motivo me feriu e assim pôs à prova minha capacidade de perdoar, me ajudou a descobrir novas potencialidades e abriu minha vida a novos caminhos de estudo e oração. Lhe envio sinceros desejos de felicidade e que você também possa crescer e perceber que somos responsáveis por quem queremos ser, não delegando a responsabilidade de nossa vida à outras pessoas que muitas vezes ainda sequer encontraram seu próprio caminho pois isso tolhe nossa liberdade.
Agradeço a todos os meus mestres, que este ano deram uma lição definitiva de desprendimento e amor e estiveram a meu lado me inspirando tanto em grandes questões filosóficas quanto em pequenas coisas que chamo cotidianas. Obrigada por tanta confiança e amor, espero ter disciplina e consciência suficientes para corresponder a todo o incentivo que vocês generosamente ofereceram.
Agradeço novamente a Deus, que tem generosamente oferecido as ferramentas das quais preciso para me compreender e perceber que a vida é um grande espelho de quem somos.


Obrigada, obrigada, obrigada

Amor, amor, amor,

Voadora / Mestra Brisa

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

E=MC2, DEUS=MC2

Oi Amigos!
Tenho escrito textos e mais textos mentais para vocês, mas chega a hora de por na tela vem a falta de tempo ou a necessidade de pesquisar mais e mais e por isso sinto que hoje, por mais que lhes conte sobre os últimos acontecimentos muita coisa ficará de fora.
Por outro lado, tudo isso é material para escrever-lhes bastante quando as coisas estejam mais tranqüilas.
Começando de onde parei, havia lhes contado do meu chamado para ajudar as pessoas de SC.
Conto-lhes agora que meu agir foi como uma pedra lançada em um lago e provocou ondas de luz alcançando esferas que eu sequer conhecera antes.
Fisicamente, conheci muitas pessoas boas, mestres de luz encarnados ou em ascensão e a ajuda e ensinamentos que eles me trouxeram não há o que pague. Mas para nós a troca é o amor, o companheirismo e a união e justamente por isso não há credores ou devedores, somente a imensa alegria de compartilharmos a chama divina que mora em nossos corações.
Espiritualmente estas trocas também aconteceram e me levaram a um enorme salto de compreensão.
Compreendi que Luz, Energia Divina e Amor são sinônimos.
Isso nunca havia sido claro para mim e a grande dádiva foi chegar a esta conclusão pela prática, não pela teoria.
Depois desta revelação, qualquer outra será menor.
Esta foi a maior revelação que já tive.
Todas a compreensões que advieram deste Saber já fizeram com que minha vida ganhasse um novo sentido.
E novas compreensões chegam todos os dias desde então.
Tire suas próprias conclusões.
Sabemos que somos tudo e todos feitos de energia (E=MC2).
Energia = Amor.
Deus é Amor.
Assim, quanto mais estivermos imersos neste sentimento/energia, mais próximos de nossa Divindade.
Os mestres dizem que estamos nos tornando divinos.
Agora compreendo.
Compreendo finalmente porque todos somos "Um".
Compreendo finalmente nossa missão neste planeta: aprender a amar ao próximo como a nós mesmos e aprender a nos amar.
Compreendo finalmente que tudo é muito simples.
Compreendo finalmente que enquanto afastados do Amor estamos envolvidos na Ilusão, porque a única Realidade é o Amor, é Deus, é Energia.
Quando imersos neste Amor, o futuro realmente não faz diferença, pois sabemos que o futuro também é ilusão, assim como foi o passado.
Mais do que história ou mistério, o passado e o futuro são ilusões.
Mas chego agora num vislumbre do que ainda compreenderei (vivenciarei).
Tudo o que sinto agora ainda é muito fresco e demasiado intenso.
O que sinto, lhe desejo e envio agora é Amor, Amor, Amor.


Deus, Energia, Luz, Amor,

Mestra Brisa / Voadora




quarta-feira, 26 de novembro de 2008

CONEXÃO SC




Estava pensando no que escreveria no blog, quando resolvi olhar minha ultima postagem.
Fiquei quase um mês sem escrever!
Para mim era certo que faziam apenas duas semanas desde o ultimo texto...
Certo que neste período muita coisa aconteceu.

Procurei seguir as recomendações dos mestres e produzi muito em termos de trabalho cotidiano.

Trabalho, comemorações e tempo passou voando, fazendo com que praticamente eu não me interasse dos noticiários.

Domingo 23/11/2008: A Teoria
Assisti novamente ao filme "Homem-Aranha 2".
Sei que devido à situação atual tudo parece fútil, mas logo fará sentido...
Neste filme Peter Parker decide abandonar sua missão como Homem-Aranha e seguir sua vida cotidiana sem as responsabilidades que seu dom agrega.
Ele tem direito a esta escolha, exatamente como cada um de nós.
Assim abandona sua fantasia isentando-se de cumprir seu papel de super-herói.
Enquanto isso, tudo o que lhe rodeia sofre com sua ausência.
O questionamento vem à tona e Peter Parker passa então a perceber que todos precisam dos heróis para suportar os grandes desafios e provações sofridos pelos seres durante a experiência neste planeta.
Seres humanos precisam de exemplos, de inspiração. Precisam de algo ou alguém em quem acreditar e lhes traga esperança.
Peter Parker então compreende sua verdadeira missão e salva a si mesmo de uma vida sem propósito.

O filme finda e me questiono mais uma vez sobre a missão de Stan Lee, o criador de todas estas histórias cheias de significados e inspiração.

Já fui em um texto anterior de Stan Lee à Jesus Cristo e não resisto a novamente traçar este paralelo.
Desta vez, porém, citando a eloqüência.

Desde que o mundo é mundo, os habitantes deste planeta precisaram de parábolas, histórias, lendas que inspirassem e explicassem o sentido de tudo que vivemos e dos mistérios que nos cercam.
Desde então muitos autores, santos, profetas, surgiram e inspiraram os povos dentro de suas compreensões e culturas.
Pensando em tudo isso, achei graça e sentido nestas histórias de super-heróis que por vezes nos influenciam mais do que tantas religiões e livros sagrados.
Novamente me percebi como um Ser que vive o contemporâneo e busca suas respostas em sua própria linguagem e cultura.

Segunda-feira 24/11/2008: O Baque da Realidade
Por um acidente de rotina assisto ao noticiário.
Catástrofe em Santa Catarina.
Percebo que inconscientemente eu já sabia de tudo, pois já havia começado a reunir roupas para doação durante o final de semana.
Me sinto impotente diante de tanto sofrimento e ainda sem entender bem a situação.

Terça-feira 25/11/2008: O Tranco
Minha imaginação ou Mestra Brisa fala a meus ouvidos: Você é Mestra Brisa.
Minha imaginação ou Asthar Sheran complementa: Está na hora. Comece a agir como Mestra Brisa.
Começo a ligar para pessoas amigas em Santa Catarina, acompanho as noticias.
É preciso agir, mas como?
Que poderes tem Mestra Brisa, esta mortal sedentária em frente a um computador?
Ouço histórias terríveis sobre a tragédia e também exemplos de solidariedade e amor.
Pessoas próximas vivendo os dois lados desta situação.
E eu, comodamente sentada, sem saber como agir me aflijo frente a minha própria inação.
Não posso deixar minhas obrigações atuais para ajudar as pessoas em loco, como meu coração gostaria.
Realizo então o que parece estar mais próximo a mim, ligo para meus amigos oferecendo compreensão, amizade e a ajuda que estiver a meu alcance.
À noite, já em casa e cuidando da minha família, assistimos juntos a primeira história da 7ª temporada do Star Trek TNG.
O tema? Ética e a necessidade dos seres em ter um Propósito!
Alguém ainda acredita em coincidência?

Quarta-feira (hoje): A Ação
Comecei o dia indo da tristeza à indignação.
Indignação ao perceber que ao meu redor muitas pessoas estavam preocupadas demais com seus próprios umbigos e cobrando picuinhas que faziam a situação chegar ao surrealismo.
Ao mesmo tempo estas mesmas pessoas me faziam perceber que o mundo não pára e que de nada adiantava sofrer.
Algo precisava ser feito e se minha opção era ajudar este era o momento.
Disse a mim mesma: "Sim, sou Mestra Brisa. E dentro da situação em que me encontro preciso descobrir meus poderes de ação".
A partir de então o que lhes conto pode parecer mentira ou esnobismo, mas o que quero mostrar é do que somos capazes quando assumimos nossos "poderes":
Consegui ajudar na mobilização de uma grande multinacional por uma campanha pelos desabrigados.
Consegui descobrir e reunir outras entidades que poderiam reunir donativos.
Consegui uma transportadora para levar as doações até os locais necessitados.
Incentivei outras duas empresas a ajudarem a causa.
Tudo isso da minha cadeira, telefone e computador.
E consegui ainda administrar de forma razoável minha rotina, embora tenha atrasado algumas coisas.
Depois de tudo isso, falando com uma amiga de SC que também está ajudando estas pessoas recebo estes comentários:
"(...) é importante fazer por todos (...) nessa hora todo mundo é irmão, pai e mãe (...) em Blumenau as socialites tiraram os saltos e estão na lama ajudando, é uma onda de solidariedade muito linda(...)"E completa nosso bate-papo uma linda frase para completar esta lição/Missão:
“A lótus que brota da lama"
Penso que se este sentimento entrar na vida das pessoas de verdade, apesar de toda a desgraça, algo bom terá nascido.Estes momentos trazem reflexão, sensibilidade e abrem muitos corações à espiritualidade nos tornando mais generosos e nos despertando para o fato de que todos precisamos ter um propósito.

Sou Mestra Brisa em ação e deixo aqui meu depoimento.
Todos nós somos super-heróis em potencial.
Basta acreditar e... Fazer.
Luz, paz, esperança e fraternidade.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

LIÇÃO DE CASA

Talvez você tenha ficado curioso com o resultado de minhas novas provas...
Bem, posso dizer que fiquei bastante tempo sem escrever aqui por estar concentrada nos meus exercícios...
Neste meio tempo, senti toda a dificuldade para cumprir as minhas três tarefas, mas busquei estar mais atenta a elas.
Claro que não tirei nenhuma nota 10.
Aliás, fui informada e convencida que esta história de nota é uma grande bobagem, especialmente quanto o assunto é tão subjetivo. Mas sem dúvida me saí melhor nesta semana (se bem que seria muuiito difícil me sair pior, rssss).
Neste meio tempo também fui surpreendida por uma quarta lição de casa, passada desta vez pelo meu amigo Sheran, a qual Mestra Brisa apoiou completamente.
Deveria além das três lições já recebidas, prestar atenção no meu corpo.
Isso significa que deveria observar se eu estava tencionando alguma região em particular, no ritmo de minha respiração, no meu tom de voz e tudo mais.
Isso foi bem interessante, embora claro, tenha sido bastante difícil concentrar a atenção em coisas tão próximas e ao mesmo tempo desprezadas por tanto tempo.
Este exercício foi um auxiliar valoroso também para o Estar Presente.
Tudo isso me fez novamente avaliar o quanto me distancio do simples, o quanto é difícil viver com simplicidade apesar de a palavra remeter a algo fácil.
Simplesmente Ser é um exercício complexo, pois estamos voltados o tempo todo para o exterior.
Que loucura, não?
Buscando nossas respostas fora de nós, esquecemos de nos enxergar.
Por isso não nos amamos, por isso adoecemos, por isso tantas e tantas coisas que não compreendemos.
Em uma realidade profunda somos seres simples, mas envoltos na ilusão mergulhamos num mar de informações que torna tudo muito complexo.
Mestra Brisa está me soprando aos ouvidos que o Ego é que é complicado.
É verdade.
E falando novamente do ponto de vista do Ego, descobri que gastamos tempo demais tentando adaptar o mundo a nossa própria visão e realidade. Quando fazemos isso nos desgastamos inutilmente, pois que estamos tentando adaptar algo ilusório a outra ilusão.
É muita perda de tempo e energia.
Talvez isto soe como comodismo. Talvez este aceitar as coisas como elas são pareça não querer fazer parte de um processo de aprimoramento.
Não é este meu foco neste momento, creio que a partir do momento que observamos antes a nós e aprendemos o que é Ser, este simples exercício já é uma mola propulsora ao aprimoramento e exemplos são mais fortes que palavras.
Creio que o mundo pode ser mudado a partir de cada ser humano, mas o processo parte do indivíduo ao exterior e não o inverso, no sentido de que não adianta tentar mudar o outro quando o meu interior precisa ser lapidado.
Seria hipocrisia esperar antes uma mudança externa para ser feliz.
Felicidade é um estilo de vida, uma opção consciente e inteligente.
Mas como é difícil ser Cons-ciente e inteligente...

Bom amigos, fico por aqui.
Quanto as lições, estas devem continuar sendo exercitadas dia pós dia.
Quanto ao blog, talvez eu escreva um pouco menos, pois o foco agora deve permanecer por mais um período no Observar, Ser e Fazer.
Mas logo, logo devo voltar aqui para teorizar e dividir com vocês minhas experiências.

Namastê!

Voadora

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Ai fiasco...

Oi!
Hoje escrevo para lhes falar de descobertas e também de um grande fiasco meu...

Falei à Mestra Brisa que estava fisicamente muito cansada e ao me observar ela concordou. Comentou que me ajudaria e que ela também ficara preocupada com minha saúde.
Mas como a vontade de progredir é enorme, lhe disse que não gostaria de parar para descansar.

Recebi então uma Missão que me pareceu uma colher de chá...

Deveria cumprir três tarefas, uma espécie de lição de casa, as quais deveria cumprir durante toda uma semana:

1) Estar Presente;
2) Perceber Provas, Expiações e Missões no cotidiano;
3) Aceitar as pessoas como elas são.

Isso com mais uma ressalva: que eu parasse de buscar mais textos místicos.
O trabalho intelectual deveria dar lugar à prática.
Só por uma semana...
Mestra Brisa explicou que seu cumprisse bem estas três lições, estaria fazendo um exercício fantástico e ao mesmo tempo minha vida se tornaria mais tranquila...

Já adivinhou o que eu fiz?

Oh Internet! Internet!
Tentação permanente e constante...
E aquele livro do Osho que veio da Argentina... Ali na minha bolsa... Tão perto dos olhos...
Que dúvida... Claro que saí fuçando sites e lendo até quando deveria estar com minha família...
E depois a cabeça nas novas informações, sem sequer prestar a atenção direito no trânsito, no céu ou no horário do meu remédio para sinusite...

Percebi a grande bobagem somente ontem, acredita?
E às vezes eu ainda acho que sou esperta... Pois sim.

A vida preparou com requintes de vestibular para medicina, uma bela prova para mim.
Fila gigantesca em supermercado, crianças berrando, eu com pontadas da sinusite, gente mal-humorada e egoísta no atendimento.
Falei em alto e muito bom som que não havia realmente NINGUÉM para me ajudar naquele supermercado.
Só lhe digo que para sorte da balconista e minha também eu não estava comprando nenhuma vassoura... A vontade de quebrar aquela caixa registradora chegou ao corpo físico e só faltava encontrar o meio...
Atenção todos os donos, gerentes e caixas de supermercado. É melhor cuidar bem dos seus clientes, ou tirar as vassouras das prateleiras...
Faltou um tantinho de nada...

Sentiu o tamanho do fiasco?
Nota 0,00.
Nota Vermelha com "V" maiúsculo.
Zero, zero, zero...

E hoje é segunda-feira.
Me pego agora a pensar no assunto e revisar onde estavam as Provas, Expiações e Missões.
Onde eu estava com a cabeça? Certamente que não no Presente...
E quanto a aceitar as pessoas como elas São?
Egoísmo faz parte do pacote ou não?
Fiasco, fiasco, fiasco.

Desde ontem venho me desculpando (culpa faz parte do pacote) e Mestra Brisa já me deu a resposta:

Quase todos vocês recebem estas tarefas. Mas muito poucos as percebem por não estarem conscientes.
Você não deve desculpas aos mestres, senão a si mesma ou a quem possa ter ferido se foi indevido ou desnecessário.
A culpa neste caso serve somente como mola á reação consciente. Depois disso, melhor abandona-la por completo, pois sua função cessou e tudo que restaria é uma âncora no Passado.
Não há porque se ancorar no Passado se tudo o que se tem é o Presente.

Quanto a você Sun...
Não gostei muito deste pseudônimo, rsssss.
Ele tem mais a ver com suas histórias do passado.
Gosto mais do pseudônimo pelo qual Sheran lhe trata e você ainda não escreveu: Voadora.
É muito mais sua cara.
Quanto à tarefa... Não tem jeito não...
Se não passar de ano, não se forma, rsssss.
Mais uma semanada e desta vez vejo que você já está começando melhor.
Vamos lá!! Adelante!

Amor, carinho, compreensão, alegria!
Mestra Brisa

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

E não é que vieram?


Eu já estava ficando decepcionada...
Havia pedido para o Sheran uma prova de que ele tinha conversado comigo.
Ele disse que duas amigas (e as citou) me confirmariam e o meu sinal pessoal era uma luz violeta que desceria.
Disse que a segunda amiga eu deveria encontrar pessoalmente no dia 14/10.
Logo no início da manhã do dia 14/10 a primeira amiga ligou e me disse que havia sonhado com a turma.
Descreveu a nave e disse que ela apareceria em sonhos aos que não tivessem medo do contato.
Tudo bem, não é?
Mas eu ainda queria ver a nave no céu, do jeito que havia lido em outras comunicações.
Fui encontrar a segunda amiga e lógico, falamos sobre a nave que até então não havia dado as caras para nós. Mas não falei nada sobre ela confirmar o tal sinal da luz violeta para mim...
O fato e quem sem eu saber, ela nos havia programado uma meditação de visualização dos chacras.
Precisaríamos visualizar as cores e luzes de cada um nos nossos chacras.
Adivinha qual foi a ultima luz que tínhamos que visualizar?
Exatamente acima das nossas cabeças?
Nem preciso falar não é?
Violeta é a cor do nosso sétimo chacra.
E mais, enquanto visualizava, com os olhos fechados, o tempo que estava sem nuvens mudou e começaram a aparecer relâmpagos.
Só te conto que eu achei os raios faziam parte da meditação.
Eu estava assombrada...
Pode rir...
Está parecendo aquela história do susto com o avião, não é?
Tudo bem. Acreditar sem acreditar.
Poderia ser a minha imaginação tentando encontrar sentido e forçando a barra para acreditar em supostos sinais.
Cheguei em casa, passada a chuva e fui olhar o céu.
Procura que procura e nada...
Fui dormir.
Fazer o quê?
E não é que sonhei com a nave?
Um sonho muito vívido.
No começo apareceu um planeta parecido com Saturno e em seguida uma nave branca.
Depois apareceram dois ETs diferentes na minha casa.
O único senão é que eles perguntaram se eu tinha Coca-cola na geladeira...
Eu fui com eles para a cozinha e não tinha, então ofereci um copo de água mesmo...
Eles beberam e eu acordei.
O sonho foi muito engraçado, afinal, por favor, ET com vontade de tomar Coca-cola?
Detalhe é que a minha geladeira na realidade estava exatamente tão vazia quanto no sonho, rssss.

Hoje acordei meio indignada.
Poxa, eu queria ver a nave lá no céu. Não só no sonho...
Puxei papo com o tal do Sheran.
Tivemos uma conversa muito engraçada, que vou tentar reproduzir.
Há, mais uma coisinha, vou parar de me autodenominar Ego e começar a me chamar de Sun.
Vai ser minha nova identidade secreta, pois se até cachorro tem nome... Já estava mais que na hora.

Sun - Sacanagem em Sheran? Cadê a nave?
AS - Qual? Aquela que vocês viram em sonhos?
Sun - É... Em sonhos... Pois sim...
AS - Espera aí... Eu estou falando com aquela que disse há um tempo atrás que os sonhos eram tão reais quanto a própria realidade?
Sun - É...
AS - Há... Achei que era o canal errado...
Sun - Pelo amor de Deus, ET que pede Coca-cola?
AS - Ô figura... Eles foram na sua casa ou na do Bento XVI? Qual o problema? Você não chegou conversando com eles na maior informalidade?
Sun - Cheguei...
AS - Não sei não se você já não conhecia eles...
Sun - Será?
AS - Será?
Sun - Mas o povo todo que estava esperando pela nave no céu?
AS - O que você aprendeu com o Castaneda?
Sun - Que nada como passar por um vexame para reduzir o tonal...
AS - E você me responde o que é o tonal?
Sun - O Ego.
AS - Entendeu?
Sun - Mas poxa vida... Eu ainda quero encontrar com eles em carne e osso, tirar foto, dar tchauzinho...
AS - Calma... Quem disse que isso ainda não pode acontecer?
Sun - E vai acontecer?
AS - (silêncio muito suspeito).
Sun - Nesta encarnação?
AS - (risos) Bem provável.
Sun – Menino... Que coisa... Mas você sabe que eu ainda acredito sem acreditar, não é?
AS – Você não existe...
Sun – Quem não existe é você!
AS/Sun – (gargalhadas)
Sun – Posso não ser um canal 100%, mas pelo menos a gente se diverte, não é?
AS – E como! É muito bom conversar com você. Pode me chamar quando quiser.
Há! Ia esquecendo de dizer que gostei muito de sua reflexão sobre a Nave Mãe Terra. Você está certíssima e lembre-se que tudo isso faz parte do Reino de Maya. Absolutamente tudo é sonho. O que vale e como você participa do sonho.
Sun – Já estou começando a crer que não devemos sequer julgar os homens pelo que estamos vivenciando de ruim, já que até mesmo o egoísmo faz parte da jornada humana.
AS – Estás praticando os exercícios de Brisa. Muito bem.
Sun – Sim. Estou buscando aceitar o outro como ele é. Todos os dias.
AS – Aceitar o outro, aceitar a si mesma, mas também buscar o autoconhecimento e evolução constante, não esqueça.
Fique em paz, amor e sabedoria, felicidade a todos os homens do planeta Terra.
Sun – Amém, Ashtar. Obrigada por tudo. Fique também em paz profunda.

Pessoal, é isso.
E atire a primeira pedra quem não vive sua própria realidade.
Há tantas realidades neste mundo quanto seres humanos, pois cada um percebe sua vida pelas próprias experiências.
Por isso que de perto, ninguém é normal!

Beijos e amor cósmico!

Sun e Mestra Brisa
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